Um simples trocadilho
Hoje surgiu-me de repente este trocadilho sobre uma conhecida figura pictórica: a "Ferida Calo" - "Ferida" de 1º nome, "Calo" de apelido!
Pois, e agora o texto? Estivessem as coisas mais calmas e...
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um blog discreto e inofensivo, que aspira suavemente pela primavera enquanto estes dias são do mais puro inverno
Hoje surgiu-me de repente este trocadilho sobre uma conhecida figura pictórica: a "Ferida Calo" - "Ferida" de 1º nome, "Calo" de apelido!
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Já todos ouvimos falar do jovem médico em formação no serviço de Cirurgia Torácica que esteve algum tempo em greve de fome encerrado numa sala dentro do Hospital de São João. Conversei este dias um bom bocado sobre este tema com um amigo meu, médico, e esta conversa ajudou-me a ter ideias mais claras sobre o acontecido e o que ainda está a acontecer.
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Esta frase persegue-me há umas semanas. Tantas coisas têm acontecido, tantas, para as quais palavras não tenho.
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Seis meses passaram sobre a morte de um Amigo. Viajando no computador encontrei um primeiro texto escrito uns quinze dias antes daquele que depois aqui coloquei em homenagem a. Ainda eras vivo, ainda não tinha estado contigo - pela última vez. Eu sabia que coisas tinham ficado por dizer. Claro que seis meses depois só podiam ter acontecido duas coisas - a) esquecermo-nos b)ruído de fundo.
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E se há coisa de que eu goste é que me citem para tentar convencer-me de alguma coisa!
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E a determinado momento, tinha eu parado na estação de serviço do Pombal e vi um rapaz vestido com a camisola do Porto de seu nome Josué. Depois o Derlei marcou um golo, era o 4º. Dois tinham sido de penalti, pelo Romagnoli. E constou-me que tinham vergonhosamente roubado um golo ao Postiga, marcado... com a mão.
A civilização e o desenvolvimento tem destas coisas. Uma amiga minha contou-me que um seu irmão, “estrangeirado” e padecendo de uma qualquer doença cardíaca foi proibido pelo genro, nativo lá da terra estranha e culta, de ir buscar as netas ao jardim de infância, por medo de ao avô poder dar “alguma coisa”, coisa qual seria muito mau exemplo para as miúdas, nativas de dois e quatro anos de idade. Indo pela pior hipótese, a morte súbita, curiosa expressão, acompanha em risco variada patologia, incluindo alguma cardiovascular, disseram-me. Desconheço se “lá fora” conhecem a famosa canção dos Xutos sobre a “morte lenta”, outra curiosa expressão. Da vida para a morte desenha-se afinal uma linha contínua, uns dizem que se desce outros que é a subir, uma variável contínua porque variável pode ser a forma de morrer, e vem a ciência e depois define: “aqui ainda estava vivo”, “agora já não, está morto”. Sabemos que não é bem assim.
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Aqui há uns dias fui a casa de uma amiga cujo filho mais velho fazia anos. Coisa mal pensada pois era dia de trabalhar à noite e os lanches ajantarados terminam sempre em jantar somente, teve o rapaz que soprar as velas antes de tempo porque estávamos de saída e portanto.
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Morreste-me! Não consigo deixar de pensar isto, por feia que soe a coisa. A verdade é que uma coisa assim não se faz, e vou-te explicar.
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Recebi recentemente um mail (não por engano, melhor seria...) onde by the way era definido o kit básico de maquilhagem feminina como sendo: "creme hidratante, base, sombras, rímel, lápis, baton e blush".