quarta-feira, setembro 02, 2009

Otal


Custa sempre bastante mais do que aquilo que vem nos livrinhos de percursos pedestres, mas lá se conseguiu: Otal é um pequeno vale glaciar perfeito, pendurado sobre Bujaruelo e rodeado de montanhas cujos cumes ultrapassam os 2500m. Tem o riacjo da praxe, vislumbres de gelo lá em cima...

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Bujaruelo


O vale de Bujaruelo é um vale lindíssimo, não pertencente ao Parque Nacional, e que vem terminar ao entroncamento onde também termina Ordesa. O seu pico de origem já não o Monte Perdido mas sim Vignemale, outro "três-mil". Ao não ter o mesmo grau de defesa é acessível ao trânsito automóvel em boa parte do trajecto e tem uma carga de campismo interna considerável, e talvez responsável pelo cheiro a matéria fecal de alguns desagues perto... Bujaruelo precisa de quem lhe ponha a mão com urgência!
Como primeira incursão nos Pirinéus fizemos alguma caminhada no vale de Bujaruelo com posterior inflexão com razoável subida anexa até um vale de origem glaciar colateral, o vale de Ozal.

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Ordesa in the morning


De manhã finalmente percebemos logo porque tanta gente procura Ordesa.
Em direcção a norte do parque de campismo onde estávamos, via-se em anfiteatro as paredes nuas de mais de mil metros de altura de Mondarruego, postal de boas-vindas de Ordesa. E que postal!

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segunda-feira, agosto 24, 2009

Em dia de não-Sanfermín.

Pamplona é a capital "perdida" do mundo euskera. "A Cidade", o mito da independência de Navarra, desde sempre encravada entre Castela e Aragão e posteriormente dominada por interesses franceses até Fernando, o Católico ir resolver uma luta entre bandos de nobres rivais e "de paso" tomar conta do reino para sempre. Ficaram "os fueros", por isso ainda hoje de seu nome completo "Comunidade Foral de Navarra". Onde menos de 50% dos habitantes se sentem bascos. Mas onde ouvimos falar quase mais euskera nas ruas que galego em Coruña... Terra conservadora de colégios, institutos e conventos, a Universidade de Navarra (Opus Dei) vs a Universidade Pública de Navarra... Que numa semana em Julho tem a 3ª festa mais concorrida do mundo, pelo que li, a seguir ao Carnaval do Rio e a festa da cerveja de Munique! Onde regularmente morre gente - não da terra que esta corre os touros mas sabe como se faz. Ali bem no centro o Hotel La Perla vive da instituição Hemingway. Pamplona está ancorada em Espanha por estes dois braços paradoxais, a loucura dos Sanfermínes, cartaz ibérico como não há outro, e a presença marcante da Opus Dei em todas as suas instituições comunitárias, não só sanitárias ou educativas... Como separar o que Deus uniu, Deus... e o Diabo dos cornos de touro?

Pamplona tem um centro histórico - confesso que a expressão "casco viejo" soa-me bem melhor - também muito interessante. Algo mais senhorial que o de Vitoria, algo menos popular. A vertebrar os percursos turísticos pedonais as ruas por onde os touros são largados até entrar na praça. A mais importante a Calle Estafeta, quase completamente "balconada" por razões que não se explicam. Comemos - 2ª feira - no outro restaurante que estaria aberto no Domingo à noite, ficara a referência, ao lado da Praça de Touros e em frente a um instituto de padres. Logo à esquerda terminava a Calle Estafeta. Reunam isto tudo num só, eis Pamplona.

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domingo, agosto 23, 2009

P.E.R.I. Stop!


Pela manhã do dia seguinte encetámos a exploração adequada do centro histórico de Vitoria-Gasteiz. Subimos Virgen La Blanca pela lateral direita, descobrimos uma interessante e porticada Plaza de España a preparar-se para as festas grandes da cidade, e depois lá entrámos nas oblíquas ruas da "amêndoa" medieval. Nota feia: umas escadas rolantes estilo-aeroporto para subir as íngremes ruas laterais da amêndoa, de forma a que o turista não se sinta desencorajado. Não notei grande uso das mesmas. Vários bares e tascas tinham um aspecto algo irredentista, e os letreiros em euskera obviamente pululavam. Sentia-me um pouco como que em território comanche. Ruas muito bonitas, ambiente de bairro muito vivo. Para variar chegámos ao outro extremo da amêndoa à hora de fecho da visita da catedral velha, em obras de restauração. Por ali almoçámos, circulámos em sentido contrário, descemos pela Plaza del Machete, onde com um machete o Alcalde fazia tradicionalmente o juramento dos forais, perdemos algum tempo numa feira de artesanato, e... destino Pamplona/Iruña (ou Iruñea... que em euskera quer dizer... "a cidade"!).

Nota: em muitos sítios vi cartazes com o dístico "PERI STOP!". Assumi imediatamente que esta era mais uma expressão em euskera de recusa dos estrangeiros, dos espanhóis, sei lá! Não entrei em nenhum dos sítios onde um cartazinho com a expressão "PERI STOP!" aparecesse. Descobri anteontem na internet que "P.E.R.I." é o plano de reabilitação do casco histórico de Vitoria que, entre outras coisas inventou aquelas passadeiras elevatórias horríveis de acesso. Ah! Comanches dum raio!

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quinta-feira, julho 30, 2009

Praia de San Amaro, A Coruña


Com o antigo Club del Mar em 1º plano, o novo à esquerda.

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Adormideras, A Coruña


Poligono de Adormideras.

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Cidade Vella, A Coruña



Praza de Azcarraga.

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quinta-feira, junho 11, 2009

At Last!


Obrigado, Juanjo, chove, mas não no meu quarto!

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sexta-feira, junho 05, 2009

Nothing wrong with a bit of pubic hair!

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Arouca

Merujal.
Planalto da Freita.
Quinta de Novais, piscina.

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quarta-feira, junho 03, 2009

Matosinhos, hora do Senhor.

E la nave va.
Shadows and Fog.
A roda que é gigante.

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Vandôma


A "Crónica do Rei Transparente" é um livro escrito e publicado por Rosa Montero, uma das minhas colunistas preferidas do El Pais.
Não deixa de ser um romance agradável, medieval-de-esquerdas, etc. Lê-se bem, melhor do que Miguel Sousa Tavares, etc., mas... "não fica".
Serve esta introdução para falar desta sensação que ultimamente me atinge, e que nada tem a ver com o protagonista do romance de Rosa Montero, esse tal Rei Transparente...
Sim, vejo-me transparente, ando, sento-me, espreito quem me rodeia, não procuro - procuraria o quê? - deslocalizo o visor porque parece-me que ali não estou. Parte deste copo que bebo sei donde vem, a escola que o produz. A outra parte...
Claro que podemos transmutar não em ouro esta vida mas em outras estas palavras e explico: não serei - não sou - transparente, no sentido de linear, explicado, corrente. E no sentido em que a transparência assim posta seria uma bem aventurança - logo os sensores que acusam não acusam esta, este transparecer, a acção seguinte será de anular o que não é agradável, liso, polido, certo. Anular.
Li recentemente a biografia do rei D.Afonso VI - podia-se falar de uma "Crónica de um Rei Anulado".
Ok, e porém... vamos a leilão. E vendemos o quê? Para quem comprar? Ou comprar quem, foda-se, entendeste-me, não entendeste?

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quinta-feira, abril 30, 2009

Mafalda Santos




É sua a intervenção mais interessante no programa Hospitalidade promovido pelo Hospital de São João no âmbito da comemoração dos seus 50 anos e comissariado por Miguel Von Hafe Perez.
Aqui há uns dias tiraram a cadeira do meio.

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domingo, abril 26, 2009

Dezembro 2008

Ora define-me casa:
Pissing double.
Alter.
Hoje fim-de-semana.
Antes convento.
O meu nome é Lourenço.
Arte marcial.

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25 de Abril de 2009


Enfim, passaram 35 anos, mas eu não podia faltar à manifestação...

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segunda-feira, abril 20, 2009

Zulmira Ribeiro ou Zulmira Gonçalves


CNF em 2008.

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sábado, abril 18, 2009

Novembro 2008

Desordem.
O princípio da equitação.
Ordem.
A Seca dos Descontos.
Lais da Guia.
Carioca de limão.

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Outubro 2008

Luz.
Lisboa - 1.
Lisboa - 2.
Matosinhos - Lais da Guia.

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Setembro 2008

Parque temático andaluz - 1 (El Rocío).
Parque temático andaluz - 2.
E agora?

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