6.9

No fim de tudo Évora, com uma incursão prévia ao cromeleque de Almendres. Cromeleque é um "conjunto de", pelo que o uso do plural por outros visitantes resultou curioso. Percebi pela segurança do espaço que um dia destes posso ir lá roubar um menir que ninguém se importa. Está ali um espectacular cromeleque como podia estar uma paragem de autocarro.
Évora é outra música. Cara Luísa Rebocho, não a entendo. Évora é um regalo para os sentidos, um encanto, um sem fim de casos de enamoramento. Adoro Évora. E com uma charrette a ajudar mais alguém gostou também. Jantámos no Giraldo em espaço que em tempos foi de alentejanos e hoje é de turistas. Nada é perfeito. Dormi o sono dos justos.
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