quinta-feira, julho 14, 2011

Cabeçotes e pendurais.

Cabeçotes, pendurais, eis que estamos cordatos, dialogados, sucedâneos e expontâneos. Estáis? Estamos! Á porta os editais, só assim vamos, só assim vais, de rapazotes já me chega, as suas partes em rima, cabecinhas, cabeçadas, escadotes, escadas. Descer e subir, descer e subir. Dialogamos. Já caí, já caímos. Não juntos e injustos nos levantamos. Estamos? Não exibido, não mostrado, não subido, sem mestrado. Mas existe uma colecção de prendas, uma resma, uma selecção nacional. E em instantâneos em milímetros medidos os melhores conterrâneos são vedados e exibidos. Se os revelais será que os pendurais? Será a câmara... escura? Afinal sendo privilégio da escuridão o revelar porque escondeis da colheita o melhor lote, da rua a melhor construção, festa para os olhos, erguida em sentidos, fogo sobre fogo, e mais?

Verdade seja dita que tudo isto nasce da aflita condição que por cabeçotes e pendurais há quem tenha pago, em tempos que já cá não estão... trezentos euros.